Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez eu sei
Escuridão já vi pior de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem.
Tem gente que está do mesmo lado que você
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã
Mais uma vez eu sei
Escuridão já vi pior de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem.
Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem
Ou que seus planos nunca vão dar certo
Ou que você nunca vai ser alguém
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar
Mas eu sei que um dia a gente aprende
Se você quiser alguém em quem confiar
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
Quem acredita sempre alcança!
http://www.youtube.com/watch?v=RMkfhKOJHBQ&feature=player_embedded#at=181
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
^^
Como tudo o que acontece na vida,
um dia desses me apaixonei,
foi de repente, sem querer.
Ao te ver senti uma coisa muito quente e sem explicação,
o coração forte começou a bater.
Esse amor foi crescendo, logo me envolvendo.
Num simples dia me peguei em um sonho, unicamente sem razão.
Onde olho vejo você, mas dói viver se não for nos teus
braços, estar sem poder te tocar.
Sempre que nos encontramos, perco os sentidos,
logo me vejo ao seu lado, sonhando com nós dois, em um único
sonho, dentro de um único coração.
Não era o único que te amava, via-me triste ao ver-te nos braços de outra.
Te querer e não te ter para mim é o fim.
Meu amor por vários motivos de aflição.
Por ti chorei… Mas estou firme na luta do viver…
Em meus pensamentos, imagens de quem por minutos foi feliz…
Tudo em você é tão perfeito, seus olhos, sua boca, você…
Não sei se tu me amas, mas o meu amor por ti é imortal…
Por ti faço loucuras, só para demonstrar o meu amor…
Pena que não sou correspondida, só sonhos, tudo em vão…
Mas ainda te amo.
Todo momento de minha vida, passo chorando por um amor ilusionário.
Se teu coração a mim não pertence, o meu é inteiramente seu…
Se mesmo assim não sabes o quanto te amo:
Não vou poder viver, sem ter você.
Você é a minha vida, minha razão de viver, tudo isso porque…
Eu amo você
um dia desses me apaixonei,
foi de repente, sem querer.
Ao te ver senti uma coisa muito quente e sem explicação,
o coração forte começou a bater.
Esse amor foi crescendo, logo me envolvendo.
Num simples dia me peguei em um sonho, unicamente sem razão.
Onde olho vejo você, mas dói viver se não for nos teus
braços, estar sem poder te tocar.
Sempre que nos encontramos, perco os sentidos,
logo me vejo ao seu lado, sonhando com nós dois, em um único
sonho, dentro de um único coração.
Não era o único que te amava, via-me triste ao ver-te nos braços de outra.
Te querer e não te ter para mim é o fim.
Meu amor por vários motivos de aflição.
Por ti chorei… Mas estou firme na luta do viver…
Em meus pensamentos, imagens de quem por minutos foi feliz…
Tudo em você é tão perfeito, seus olhos, sua boca, você…
Não sei se tu me amas, mas o meu amor por ti é imortal…
Por ti faço loucuras, só para demonstrar o meu amor…
Pena que não sou correspondida, só sonhos, tudo em vão…
Mas ainda te amo.
Todo momento de minha vida, passo chorando por um amor ilusionário.
Se teu coração a mim não pertence, o meu é inteiramente seu…
Se mesmo assim não sabes o quanto te amo:
Não vou poder viver, sem ter você.
Você é a minha vida, minha razão de viver, tudo isso porque…
Eu amo você
terça-feira, 23 de novembro de 2010
Para você, que tens lugar cativo no meu coração
Hoje acordei mais cedo
E fiquei te olhando dormir.
Imaginei algum suposto medo
Para que tão logo pudesse te cobrir.
Tenho cuidado de você
Todo esse tempo
Você está sobre meu abraço, minha porteção
Tenho visto você errar e crescer, amar e voar,
Você sabe onde pousar
Ao acordar já terei partido
Ficarei de longe, escondido
Mas sempre discreto
Como se fosse um humano vivo
Vivendo pra te cuidar, te proteger
Sem você me ver
Sem saber quem sou
Se sou anjo ou seu amor?
E fiquei te olhando dormir.
Imaginei algum suposto medo
Para que tão logo pudesse te cobrir.
Tenho cuidado de você
Todo esse tempo
Você está sobre meu abraço, minha porteção
Tenho visto você errar e crescer, amar e voar,
Você sabe onde pousar
Ao acordar já terei partido
Ficarei de longe, escondido
Mas sempre discreto
Como se fosse um humano vivo
Vivendo pra te cuidar, te proteger
Sem você me ver
Sem saber quem sou
Se sou anjo ou seu amor?
(Saulo Fernandes)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
A história do beijo
"Os mais antigos relatos sobre o beijo remontam a 2.500 a.C., nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia. Diz-se que na Suméria, antiga Mesopotâmia, as pessoas costumavam enviar beijos aos deuses. Na Antiguidade também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre guerreiros no retorno dos combates.
Era uma espécie de prova de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar. Mas foram os romanos que difundiram a prática. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, e os menos importantes as mãos. Os súditos podiam beijar apenas os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, ou beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva ao final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Já na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era o beijo do czar.
No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público, era obrigado a casar imediatamente. No latim, beijo significa toque dos lábios. Na cultura ocidental, ele é considerado gesto de afeição. Entre amigos, é utilizado como cumprimento ou despedida; entre amantes e apaixonados, como prova da paixão.
Mas é também um sinal de reverência, ao se beijar, por exemplo, o anel do papa ou de membros da alta hierarquia da Igreja. No Brasil, D. João VI introduziu a cerimônia do beija-mão: em determinados dias o acesso ao Paço Imperial era liberado a todos que desejassem apresentar alguma reivindicação ao monarca. Em sinal de respeito, tanto os nobres, como as pessoas mais simples, até mesmo os escravos, beijavam-lhe a mão direita antes de fazer seu pedido. Esse hábito foi mantido por D. Pedro I e por D. Pedro II." (Wikipédia)
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